"No meio dele, uma terra verde e irregular, cercada de água por todos os lados, como se o Brasil tivesse guardado um segredo aqui e esquecido de avisar."
Trecho da primeira carta. Florianópolis, julho de 2026.
Primeira edição · julho de 2026
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"Me chamo Amélia. Pode me chamar de Mel. Larguei tudo aos 37, com uma mochila pequena demais pra uma viagem longa. O litoral me recebeu sem perguntas."
Quem está por trás dessas cartas?
Um convite para ver o mundo pelos olhos de quem escolheu ir devagar.
E então ela foi.
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Diário do Litoral
Histórias, lugares e o que Mel encontrou pelo caminho.
Onde Mel parou
Lugares que ficaram.
em Ribeirão da Ilha
Sentei perto da água e o tempo desacelerou sozinho.
na Guarda do Embaú
Cheguei sem plano de ficar. Fiquei mais do que imaginei.
em uma pousada pequena no sul da ilha
Alguns lugares não pedem nada além de presença.
Algumas histórias continuam depois da carta.
Existe um espaço onde outras pessoas também estão acompanhando esse caminho, com calma, cada uma no seu tempo. Ainda não está aberto para todos.







